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0 Sistema Único de Saúde: Os desafios que superam as inovações.




Mediante a uma arena de opressão dos anos de chumbo, o Sistema Único de Saúde surgiu para assegurar o direito à saúde dos cidadãos brasileiros. Hoje, lutando contra os entraves sociais precedentes, são notáveis algumas inovações, como a previdência neste âmbito. No entanto, falecimentos pela espera de atendimento hospitalar, bem como falhas na gestão de recursos para esse setor, são apenas alguns comprovantes de que os desafios superam os avanços da saúde na Nação. 

Atualmente, inúmeras são as propostas e ações provenientes do Sistema Único de Saúde a fim de acolher o povo brasileiro. Nesse sentido, a população pode contar com políticas de saúde que, por vezes disponibilizam seja um atendimento médico 24 horas ou até mesmo transplante de órgãos. Porém, completando-se 25 anos dessa progressiva conjuntura sanitária, é estática e socialmente comprovada uma realidade paradoxal. Isso porque, por vezes, os leitos das mortes, por falta de atendimento viável, são os corredores calorentos dos hospitais, quando senão, as calçadas a espera de uma ambulância; ou até mesmo na própria maca, por falta de remédios adequados.  

Além disso, os pagamentos indevidos por consultas de casos de Glaucoma no Maranhão comprova a pertinência dos desvios de recursos na área. Vale salientar também que o problema da questão sanitária da Nação, não se soluciona implantando médicos estrangeiros quando se tem profissionais locais capacitados, mas desprovidos de acolhimento estatal para exercer a função com êxito. Nesse sentido, torna-se obvio e exposto os ferimentos para com a Constituição e os princípios básicos que objetivaram o SUS. Os quais, na realidade, não decaem as posições nas listagens mundiais de saúde, mas sim o assolamento de uma vivência benéfica aos habitantes do país. 

Portanto, é de suma importância erradicar a diligência governamental para com o setor de saúde brasileiro, visto que é o mais importante para o bem estar social. Para isso, deve-se haver maior investimento do PIB em reformas de infraestrutura nos hospitais a fim de que abarque todos os pacientes de maneira humanitária, bem como uma forte avaliação na administração do sistema. Ademais, faz-se necessário melhor reconhecer moral e financeiramente os profissionais locais da saúde, a fim de tenham respaldo suficiente para cuidar da população.


Dissertação : Layanny Rocha. 

0 Até que ponto "devemos" ser (apenas) fãs?


Hoje, ao entrar no Instagram, me deparei com uma matéria da Capricho a respeito da atual fase do Justin Bieber: "Vocês conhecem esse cara? A CH conversou com um monte de gente para desvendar o novo Bieber". Como era de se esperar, logo apareceram inúmeras fãs criticando a revista e defendendo (com baixo calão) o cantor. Rapidamente, algumas mazelas da atualidade  acoplaram-se em meus pensamentos e resolvi compartilhar a minha concepção sobre a influência dos ídolos na vida dos fanáticos. De antemão, ressalvo que não sou e nem quero ser a dona da verdade. Nesse sentido, quando posto um artigo de opinião, é apenas para abrir um debate com os interessados (apesar de que as vezes aparece algum interessado e que até comenta, por vezes nem aparece, mas sei que leem). 



Sobre ser humano e, não apenas artista : 

Não é novidade que grandes ícones da história/atualidade, por vezes, influenciam exageradamente legiões de pessoas. Decerto que a principal função dos artistas é refletir para a sociedade, alguma situação. Seja na forma didática ou que faça os receptores forçarem o seu senso crítico, etc. Porém, antes de tudo, os cantores, poetas, atrizes, são humanos. Vale salientar (para os fãs, para a mídia, pra os ignorantes e julgadores de plantão) que, todo ser humano defeca, tem família, problemas de saúde, intrigas, cansaço, fala palavrão, não gosta de alguém, é mal educado ou não admite falta de educação. Logo, todo artista é humano. E como todo "bom humano", é imprescindível errar. Como disse o meu ex professor de redação,Diogo Didier(que por sinal, tem uma mente fantástica e também escreve no blog: Ser feliz é Ser Livre):  "Uma saída que para muitos é inexplicável, mas para eles é a solução para as dores mais humanas possíveis. Angustiados, amargurados, carentes, frustrados, eles só queriam ser normais, nessa anormalidade proporcionada pela fama."
 Creio que não seja válido apedrejar ou designar holofotes maldosos para a situação crítica de um determinado artista, tampouco se deixar levar pela alienação ao ponto de seguir o exemplo autodestrutivo do mesmo. (Calma! Isso será discutido no próximo tópico). Diante disso, o mínimo que o mundo circundante a este indivíduo poderia fazer é acolhe-lo de maneira que tenha segurança para superar a fase que o aflige. Pode parecer uma tremenda utopia, mas talvez um simples xingamento pode causar profundos danos mentais em quem, por algum motivo que só este alguém saiba, apenas está repassando ao mundo a sua ideologia e não esperava ser idolatrado. Infelizmente ou felizmente, ainda acredito que o amor é a salvação para muitas mazelas sociais.

Sobre o que é ser fã :
Antecipadamente, ressalvo que não quero ser a dona da verdade, apenas exprimo minha visão com embasamento nos meus conhecimentos. Acredito que não sei o que é ser fã.  Na verdade, cada um tem o seu ponto de vista sobre essa questão. No entanto, seguindo a linha de raciocínio delimitada pelo dicionário creio que existem diversos "porquês" que possam definir o que não é ser fã (Que segundo o dicionário é : admirador): Ser fã não é autodestruir-se por entristecer-se  com uma situação da vida do cantor(como no caso de uma "fã" do próprio Bieber : Clique aqui e veja. Não é virus rs),tampouco MATAR (ISSO MESMO, MATAR) um animal por ser ignorada pela banda preferida (Clique aqui e veja a situação). Além disso, o que para mim não é novidade, algumas pessoas chegam a pensar em se drogar para deixar um legado (Clique aqui e veja), argumentando que os seus ídolos só conseguiram atingir o ápice do sucesso, usufruindo de entorpecentes. Quando na realidade, (ai é que entra o tópico anterior),acredito que a maioria dos artistas que usaram/usam drogas, apenas para se "medicar" ou fugir de algo que os perturbavam, pois, são humanos. Como o exemplo do ilustre Chorão, que segundo a mídia e a família do cantor, estava em depressão pela separação matrimonial e recorreu as drogas.Ou no caso da Janis Joplin, que segundo seus amigos e produtores, ela só queria ser amada, ter a sua família (um marido e um filho) e não sabia lidar com o sucesso.
 Chega a ser assustador o ponto que algumas pessoas chegam ao se apegar a vida de um ídolo. Pessoas, estas, que vivem em função de cobrar atitudes ou copiar os passos do artista e esquecem de descobrir o seu mundo interior. Com certeza, isso não é ser fã. Isso não é ser um admirador. Desculpem a franqueza, mas isso é chegar em um ponto de fraqueza mental em que é necessário uma ajuda psicológica.



Em síntese, acredito que ser fã vai além de admirar o talento, a mentalidade e o estilo de algum artista. Ser fã é sobretudo ter respeito pelo ídolo, de modo que entenda suas fases ruins, ao  invés de  influenciar-se por este momento.Dá-lo apoio ou simplesmente "afastar-se" se não concorda com as atitudes dele. 


PS: Aproveitando que o embrião para esse artigo de opinião foi a matéria da revista Capricho, digo-lhe o que acho sobre o ocorrido : Achei a atitude da Capricho implicitamente didática. Não foi uma crítica e sim uma exposição de opiniões das próprias fãs, a fim de que cada pessoa que lesse a matéria tira-se as próprias conclusões. Digo que foi didática, pelo fato de mostrar tudo isso que escrevi acima : Um artista não é um Deus e sim um humano e vocês não devem se influenciar pelo comportamento dele. É de suma importância, ter cuidado até que ponto admiramos alguém. 

PS2: Desculpem os erros ortográficos. Sou humana!

Beijinhos da L.

0 "Poema em linha reta"



Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.


Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,


Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?


Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?



Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Fernando Pessoa.

Certos poemas, falam por si. Reflitam!
 Beijinhos da L.


1 Globalização : entre o ideal e o real


Inevitavelmente, as grandes navegações do século XV apenas iniciaram a atemporal corrida para a obtenção dos monopólios econômicos do planeta. Isto por que, ainda que visualizada como integração global, a globalização mostra suas controvérsias quando observamos a estagnada situação dos países subdesenvolvidos; bem como a segregação da sociedade carente e diversas desvantagens culturais. 

Por trás do pretexto de expansão tecnológica e desenvolvimentista, as transnacionais escondem o anseio pelo poderio econômico quando instalam suas indústrias e empresas nas pátrias emergentes. Uma vez que, estes, desprovidos de artifícios e legislação trabalhista compatíveis com os das potências, acabam oferecendo mão de obra barata; culminando no trabalho infantil, intensa terceirização  exploração operária. Além disso, os blocos regionais não podem ser designados apenas a ascensão econômica, pois paralelamente encontra-se o "efeito dominó". No qual, a crise de um país pode gerar desemprego em massa e aumentar a miséria a nível global.

Enquanto isso, segundo a mídia cerca de 20% da floresta Amazônica já foi degradada devido a indústrias de fabricação de borracha; deixando perceptível que muitas vezes as diretrizes econômicas priorizam setores de menor importância se comparados a preservação ambiental. Vale salientar também que os prejuízos não se delimitam apenas a questões financeiras, mas também afeta nas identidades locais. Uma vez que, ao ultrapassar as barreiras internacionais da mídia, resulta na prevalência de culturas dominantes. Temos o exemplo do Inglês ser o idioma universal, deixando clara a forte influência norte-americana no cenário mundial.

Portanto, fica claro que a atual e real globalização contradiz a sua teoria, pois isola milhares de cidadãos e faz-se necessário combater esta barbárie. Para isso, é preciso acabar com os embriões desses malefícios, proporcionando uma distribuição mais justa de oportunidades de ascendência para todos os países do globo; bem como preservar o trabalhador e o meio ambiente. Para que assim ela possa ser um arsenal de prosperidade socioeconômica, e, de fato, seja a integração tão idealizada. 


Dissertação : Layanny Rocha. 

0 Medo da Eternidade - Clarice Lispector.





Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

- Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa.

- Não acaba nunca, e pronto.

- Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.

- Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

- E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

- Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

- Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

- Acabou-se o docinho. E agora?

- Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

- Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

- Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.


-

Queremos tanto a eternidade em tantas coisas, mas será que ela realmente nos fará feliz? Será que ela tem gosto bom? 

Beijinhos da L.

7 "A atual situação do negro no Brasil."


Mesmo contabilizando-se mais de 100 anos do fim do trabalho escravo, as marcas da escravidão encontram-se impregnadas no cenário nacional. Prova disso, são as situações cotidianas e as estatísticas midiáticas mostrando a desfavorável situação do negro no país. Os quais, por mais que protegidos pela legislação vigente, continuam sofrendo de uma atemporal opressão social. 

Nem mesmo o advento de um novo século, tampouco novos regimes políticos conseguiram erradicar a péssima situação do negro no Brasil. Percebe-se que a miscigenação, quando alegada teoricamente, torna-se um acobertamento da troca de chibatadas pela discriminação racial, quilombos por comunidades carentes e trabalho escravo pela terceirização. Tais aspectos estão comprovados em corriqueiras publicações midiáticas, nas quais a principal consta que 60% da população pobre e vivendo em áreas anecúmenas na nação é composta por afrodescendentes. 

Como se não bastasse a herança histórica da miséria, os negros vivenciam o preconceito étnico ora no mercado de trabalho, ora no sistema educacional ou nos aspectos sócio-culturais. Nos quais, temos o exemplo da burocratização do casamento inter-racial no país, que segundo o (IBGE) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ocorre em escala de apenas 24% desde 2005. Outro fator a se questionar é a permanência do maniqueísmo religioso (divisão do bem e o mal), o qual serve de referencia para segregar a cultura afrodescendente, designando o candomblé e a capoeira a rituais satânicos. 

Vale salientar também que quando o assunto é sobre cotas raciais, os afrodescendentes ainda sofrem descaso pela sociedade. Entretanto, é comprovado na mídia e socialmente a escassez destes cidadãos no campo universitário, uma vez que são os mais afetados pela ineficiência do sistema público educacional do país. O que acaba por afetar na peneira seletiva do mercado de trabalho, como consta na mídia que apenas 62,5% dos negros são apenas terceirizados.

Portanto, como já apela Gabriel Pensador em "Lavagem Cerebral", a conscientização da sociedade para que a miscigenação seja de fato praticada na esfera social. Nesse sentido, a população em parceria com o Estado, podem quebrar os vestígios da europeização no país, acolhendo os afrodescendentes, os quais contribuíram literalmente para a formação da etnia de todos os brasileiros. Afinal, os negros nunca foram e nem são uma barbárie social, mas sim o preconceito para com eles.


Dissertação : Layanny Rocha.



"Tenho um sonho: o de que meus quatro filhinhos, um dia, viverão numa nação onde eles não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela essência do seu caráter."

Martim Luther King.

0 Cartinha para Anne Frank


Li em um recente post de um blog, sobre a mineira de 13 anos de idade que ganhou um prêmio maravilhoso de sua escola, devido ao conteúdo de uma carta que escreveu. Me emocionei literalmente e faço questão de compartilhar essa historia com vocês:


Lívia Fernanda de Souza Mentes venceu o concurso nacional que acontece anualmente na Rede de Escolas Anne Frank. Os alunos deveriam escrever uma carta para Anne Frank - uma criança judia que vivenciou a perseguição dos nazistas meio a Segunda Guerra Mundial. Aos 13 anos, Anne ganhou o seu primeiro diário, no qual escreveu boa parte dos acontecimentos da sua vida (1942 - 1944). Só após o termino da guerra,o pai de Anne (único sobrevivente da familia) encontrou o diário da filha. O diário se tornou um livro, que é ícone da literatura mundial. 




Sentada em frente a escola que estuda, Livia leu em voz alta a sua carta destinada a Anne Frank. "É inaceitável pensar que sou melhor ou pior somente por ter nascido negro ou branco, por ter escolhido uma religião ou pertencer a uma tribo”. Com apenas 13 anos, Lívia conseguiu enxergar e descrever claramente os problemas sociais que assolam a sua vida e as de muitas pessoas, no qual, também foram problemas vividos por Anne Frank na época da S.G.M. 


"Como prêmio por sua colocação no concurso, Lívia ganhou uma viagem à Amsterdã, onde poderá conhecer, ao lado de sua mãe e de seu professor, o Anexo Secreto – local em que Anne ficou escondida antes de ser enviada ao campo de concentração."

Carta de Lívia para Anne Frank:

Belo Horizonte, 3 de abril de 2013
Querida Anne,
Meu nome é Lívia Fernanda, tenho 13 anos, moro no bairro Confisco, Minas Gerais, Brasil. Estudo na Escola Municipal Anne Frank.
Anne, é com muita tristeza que recordo sua história, todo sofrimento nos campos de concentração, o extermínio nas câmaras de gás, a crueldade com que os nazistas tentaram exterminar o povo judeu.
Já não era fácil de entender o modo de pensar de Hitler, mas nos dias de hoje continuamos a pensar e agir como ele, pois o racismo continua nas cidades, no interior e, principalmente, no coração das pessoas.
É inaceitável pensar que sou melhor ou pior somente por ter nascido negro ou branco, por ter escolhido uma religião ou pertencer a uma tribo.
Você não acreditaria que até nas escolas existe preconceito. Mas ele vem disfarçado e o seu nome também é diferente. Não é racismo, ele se chama bullying.
O pior, Anne, é que já existem leis para se combater tanta crueldade. Mas não existe lei que possa colocar amor dentro do ser humano.
Conhecendo a sua história, vejo que há uma luz no fim do túnel. Espero que muitos ouçam-me falar de você. Espero que possam entender que o preconceito não leva a nada, apenas gera violência, separação e divisão.
Você, Anne, pode se orgulhar, pois o seu diário, que foi escrito em meio a tanto sofrimento, hoje serve de referência contra o racismo, contra a discriminação, em todas as suas formas. Seja através do preconceito, bullying e outros, podemos usar como exemplo as suas experiências.
Apesar das dificuldades, assim como você, acredito na esperança.
Abraços, Lívia 

0 "Centro, metrópole ou megalópole: as fragilidades das cidades brasileiras".


Apesar de várias reformas e inúmeras promessas governamentais, as cidades brasileiras não se encontram resistentes as mazelas sociais. Isto ocorre, devido a falta de ética da sociedade em não respeitar o meio ambiente, assim como o governo não priorizar o combate aos problemas rotineiros das cidades do país.
Segundo a mídia, os gastos com a Copa do Mundo de 2014 já atingem 26 bilhões de reais. Paralelamente, além de constantes engarrafamentos nos trânsitos, a população brasileira sofre com a superlotação de hospitais e transportes públicos. Ou seja, a falta de leitos hospitalares, ausência de ônibus eficazes e soluções efetivas para o trânsito caótico de algumas cidades, assolam a vida dos cidadãos brasileiros. Pode-se inferir que o governo não prioriza as necessidades da população local.
Vale salientar que a sociedade também contribui pela intensificação das fraquezas das cidades brasileiras. Percebe-se pela recente tempestade que abalou Recife, causando enchentes, alagamentos e exposição da sociedade a doenças, na qual, estas causas também são provenientes da poluição urbana. 
Portanto, fica clara a importância de ações coletivas da sociedade e do governo no combate as mazelas sociais. Ambos zelando pela higiene ambiental, somando com maior ênfase governamental nos problemas sociais, seria uma solução para as fragilidades nas cidades do país. Afinal, se o país é de todos, todos devem zelar por ele.

OBS : Dissertação de Layanny Rocha.

1 Uso da maconha no Brasil : legalizar ou não?



Bem, primeiramente quero deixar claro que não sou usuária da Cannabis Sativa. Não sou mesmo! Quem me conhece sabe e não tenho para que mentir, até pelo fato de defender que as pessoas devem ser felizes da maneira que escolhem. A conhecida como "Maconha" está sendo alvo de protestos por ser uma droga ilícita em vários países. Devido a tais críticas, passei um bom tempo sendo contra a sua legalização,só sabendo que fazia mal a saúde; entretanto, acredito que antes de julgarmos alguém ou alguma coisa, devemos conhece-la primeiro. Então nesse meu artigo de opinião, vou argumentar por etapas todo esse questionamento e descriminalização da erva. 


Origem da "Maconha" :


A Cannabis Sativa, é uma planta herbácea (não me peça para explicar o que é a planta por que não sou bióloga) consumada primeiramente pelos chineses (devido a correria dos primeiros países industrializados, para tornarem-se superpotências), na fabricação de papel. Depois de um bom tempo, os chineses descobriram outras funções para a erva, como para artigos textêis e medicinal. No decorrer dos séculos, os arábes e africanos usaram a erva como alimento, fumo, medicina e etcs.



Criminalização e Proibição : 

Acredito que todas as pessoas que tiveram aulas de história na vida, sabem que a hostilidade entre países e até mesmo continentes, divergências ideológicas e religiosas entre os habitantes de tais continentes, sempre ocorreu. Nesse sentido, a Cannabis Sativa começou a ser criminalizada por ser bastante consumida e usada em outros aspectos pela população ARÁBE, AFRICANA E CHINESA. Ou seja, conflitos imperialistas, intolerância religiosa, etnia e luta entre classes sociais entre continentes, resultou no preconceito sobre a população que "desfrutava" da erva na época. (Islamismo, Judaismo, Budismo, Cristianismo X Catolicismo)

Ainda assim, a erva era usada em medicamentos e industrias de tecido. Porém, em meio a pressão de catolicistas, foi proibido o uso do álcool nos EUA. (Perai, estamos falando de maconha, claro! Mas o álcool foi o estopim para o uso excessivo da maconha e o aparecimento dos prejuizos a saúde.) A lei seca de 1933, proibiu o consumo do álcool, mas não diminuiu a sua demanda. Muito pelo contrário! O tráfico intensificou e o vicio da maconha proliferou, devido a cafeterias venderem a maconha. Constatou-se que o uso excessivo da erva, trazia problemas psicológicos, como perda de memória e retardamento mental (E NÃO, ISSO NÃO É LEGAL, NÃO É NORMAL, POIS PODE TRAZER INTENSOS DISTURBIOS PSIQUICOS AO INDIVIDUO.)
Naquela época, a cocaína e o ópio (drogas fortes, pesquise para saber mais sobre elas) já eram alvos de preocupação frequente no governo mundial, na qual, um homem chamado 
Anslinger trazia discursos antimaconha também. Quando ele foi promovido a político responsável pela controlação de drogas nos EUA, proibiu o uso da maconha. 
Desde então, ocorrem protestos entre cidadãos e políticos, a favor ou contra a legalização da Cannabis Sativa. As afirmações são: ''A maconha não faz mal a saúde. A maconha em uso excessivo faz mal a saúde. A maconha aumenta o narcotráfico. A maconha legalizada aumentará a influência para novos usuários. " Porém, as mortes e a marginalização intensifica nos d
emais países que ainda não "bateram" o martelo para uma definitiva decisão sobre o assunto.
Consequências do uso ilegal da maconha:Sobre a maconha não matar, é verdade sim! Porém, se uma pessoa que usa diariamente ou em excesso incontrolável, não se importar de ter retardamentos mentais, ou ser um caso de novo óbito de câncer, tudo bem. Ou viver esquecendo de coisas importantes da vida, até chegar ao ponto de perder a memória, além de estar sujeito a consumir maconha misturada com substâncias químicas fortes, resultando em overdose, tudo bem! (Há boatos, que isso esta começando a ocorrer, devido a má indole no narcotráfico de não se importar em fazer o usuário acreditar que a erva é mais cara por que é melhor, é colhida limpa e coisas do tipo. Quando na verdade,  ele coloca restos de de crack e cocaína na plantinha! Por que o traficante está pouco se lixando para as consequências que isso vai trazer ao viciado. HÁ BOATOS, HÁ BOATOS, NADA COMPROVADO. Até por que não sou invisível para ir em uma preparação de venda de maconha e filmar para mostrar isso a todos.)
É provado que a maconha não mata e não destrói neurônios, 
dilata os vasos sangüíneos e, para compensar, acelera os batimentos cardíacos. Isso não oferece risco para a maioria dos usuários, mas a droga deve ser evitada por quem sofre do coração. Além de trazer redução aos espermatozóides, resultando em uma possivel esterilidade. :)

Diante disso, fica claro que a maconha não é uma erva inofensiva e traz pequenos, mas danos a saúde do usuário. Que deveria ter livre arbítrio para escolher o que fazer da sua vida e não sustentar traficantes.
 
Minha opinião sobre a legalização: 
Ahhh! Chegou a parte boa. Como vocês podem inferir na ultima frase da etapa anterior, SIM! SOU FAVOR A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA :) Com condições, é claro. Pelos seguintes motivos : 

1 -  A proibição de algo, não erradica a demanda pelo mesmo. Muito pelo contrário! A demanda  se dissemina e aumenta em regiões de baixas classes sociais. Pelo fato de ali, nascer uma revolta contra o esteriótipos de etnia e aparência física, analfabetismo e pobreza. Consequentemente, a proibição da maconha é uma das drogas que intensifica o narcotráfico, violência, trabalho infantil entre outras mazelas sociais.. Ou seja, os cidadãos sustentam traficantes.

2 - Diminuição do tráfico de drogas.
"Ah, mas se legalizar o dinheiro vai para o governo e de todo jeito vamos ser roubados." Ai é que eu pergunto aos cidadãos que exclamam isso: Sim, podemos ser roubados por políticos corruptos, mas você prefere sustentar alguém que tirando a maconha, rouba ou mata pessoas inocentes? E você não parou para refletir, que ao preferir sustentar um traficante do que pagar impostos, você não tem o DIREITO de reclamar de qualquer erro em orgãos públicos?

3- Educação dos usuários.
"Ah, mas o Brasil não tem uma ética necessária para a legalização da maconha. A influência do uso, vai se disseminar ainda mais."

Ah então deixa eu ver se entendi: Então nunca vai poder legalizar, por que já foi aceito que o Brasil nunca vai ter uma educação suficiente para tal consumo. Isso não seria um escanteamento quanto ao progresso das necessidades da população local? Se as pessoas precisam de educação, por que o governo não pode intensificar as campanhas sobre os prejuízos provenientes da erva, a fim de atingir a reflexão dos usuários e eles poderem usar com consciência ou deixarem de usar. Não foi assim com o cigarro e o álcool?
Além de a influência estar sendo disseminada ilegalmente, por conta da revolta de adolescentes com a imposição de leis e não discussão eficaz sobre o assunto.

4 - Direito do cidadão de viver da maneira que quiser, mas se sentir acolhido pelo Estado.

Não estamos na Idade Média, onde existiam servos que trabalhavam para o clero, só por achar que tinha obrigação de sustentar alguém que se dizia "DEUS". Estamos na idade contemporânea, onde pagamos impostos e podemos cobrar por isso em outro aspectos. Além de vivermos em um país democrático (que na prática não é nada democrático, mas pq não ser em?? --' ) e podemos viver da maneira que quisermos, DESDE QUE NÃO FIRA OS DIREITOS HUMANOS. Se uma pessoa usa maconha, ela deve ter os motivos dela. Entretanto, muitas vezes as pessoas se escondem, justamente pela marginalização da maconha e acaba entrando para o mundo do tráfico. Quando na verdade, ela deveria ter livre acesso a psicólogos ou hospitais públicos para tratar de tal vicio e não ser P-R-E-S-O! Violência + violência = MUITA VIOLÊNCIA. O Estado deveria rever o conceito de muitas leis e além de intensificar campanhas de conscientização, acolher o cidadão que paga seus impostos. O dever do Estado não seria servir aos cidadãos? Mas ultimamente, só estão MANDANDO.

Condições da Legalização : 

Sou a favor a legalização da maconha com respeito a sociedade que não adere tal prática de consumo. Seria ferir os direitos humanos, algum indivíduo desrespeitar a religião de outro e ir fumar a maconha em frente a uma Igreja ( -.-' ). Ou seja, locais públicos deveriam ter áreas restritas aos usuários, como áreas de fumantes de cigarros. Comerciantes legais, serão aqueles que apresentarem alvarás atualizados para a venda. E seria proibida á menores de 18 anos :)


Esse país tem que deixar de aceitar o subdesenvolvimento e batalhar pela educação (conscientização de consumo de algo que faça mal a saúde. Na qual engloba além da maconha, medicamentos farmacêuticos, alimentos que trazem obesidade e diabetes e etcs) do seu povo. Batalhar pela erradicação dos crimes como o narcotráfico. Afinal, o país não é de todos? Então o uso da maconha não deve ser taxado como mazela social e sim como questão de saúde PÚBLICA. 

É isso gente! Desabafei e todos os dados fornecidos aqui nesse artigo, são de informações da própria midia, mas sabemos que são fatos. Beijinhos da L.

0 As consequências do terrorismo e sua possível erradicação.

Divergências ideológicas entre determinados indivíduos resultam em violência física ou psicologica contra pessoas inocentes. Visando alcançar a massa popular, o terrorismo ocorre surpreendentemente independendo de classes sociais. Nesse sentido, apesar de ser uma ameaça para a vida no planeta, a erradicação dessa catástrofe ainda não foi efetivada.

Com os avanços tecnológicos, o terrorismo tem sido programado com mais facilidade e os ataques ocorrem de maneira surpreendente. Percebe-se pelo atendado a maratona de Boston, onde morreram 3 inocentes devido a uma revolta ideológica de homens nascidos na Ásia. O impacto de pânico se disseminou mundialmente, pelo fato da segurança de uma superpotência ter se mostrado fragilizada. E além do medo e perigo social que o terrorismo proporciona, a população tem de seguir suas responsabilidades sem a certeza de que o episódio não irá se repetir.

Outro fato válido é a organização do terrorismo ser desenvolvida independente da etnia, religião e opção sexual do cidadão, assim como a economia de um país. Constata-se no recente ataque no Rio de Janeiro, onde um grupo nazista espancou um nordestino homossexual. Ou seja, esta calamidade abrange globalmente devido a diversos fatores.

Pode-se inferir também que diante desse terror, a insegurança predomina psicologicamente na maioria da sociedade, causando um declínio na expectativa de vida destes. A Organização do Sistema de Nações Unidas continua tomando medidas para trazer á paz a vida destes cidadãos; a eficaz punibilidade aos terroristas e maior fiscalização na produção de armas de destruição em massa. Todavia, também é preciso abranger as campanhas de conscientização das consequências do terrorismo, a fim de atingir uma reflexão em possíveis terroristas.

Em virtude desses fatos, o fortalecimento policial mundialmente, em parceria com o aprofundamento na fiscalização de produção de meios que resultam na destruição em massa e a conscientização da sociedade ter livre arbítrio ideológico, resultaria na extinção do terrorismo. Afinal, todo cidadão digno merece viver em paz.


OBS: Dissertação de Layanny Rocha.

0 "Vidas em jogo"


A gravidez indesejada e , consequentemente, o ato abortivo, provém da falta de ética sexual da sociedade, na qual, a legislação, encarando como um crime impõe o paradigma de dependência feminina. Tais fatos, resultam no aborto clandestino, o qual mata milhares de mulheres ao ano, trazendo questionamentos sobre a sua legalização. 

O aborto é considerado crime em casos que não seja estupro e anecefalia, porém, segundo a mídia, não impede de cerca de 200 mil mulheres morrerem ao ano por abortos clandestinos. Implicitamente o governo impõe o paradigma da mulher não ter o direito de escolher interromper a gravidez, mesmo obtendo diversos motivos para essa atitude. Os índices de esterelidade ou óbito provenientes do aborto constatam que mulheres pobres são as mais afetadas, visto que ás de boa classe social procuram clinicas que ilegalmente fazem abortos sem tanto risco de morte. 

Vale salientar que campanhas para a prevenção sexual se intensificaram há algumas décadas, das quais, ainda permanecia uma hereditária falha na educação sexual em várias familias, resultando em gravidezes indesejadas e abortos. Outro fator questionado é o direito do feto viver. Porém, é necessário condições financeiras viáveis e a maturidade da mulher para assegurar uma sobrevivência digna á criança; não existindo esses aspectos, a mulher deveria ter o direito de escolher o rumo da gravidez. 

Diante disso, no início do ano, alguns médicos do país passaram a defender a legalização do aborto até a 12° semana de gestação. O ato abortivo não deve ser encarado como uma mazela social a ser resolvida pela legislação, e sim como uma questão de saúde publica. Por outro lado, a mulher precisa de ética sexual, a fim de não se sujeitar ás consequências biológicas e psíquicas que o aborto oferece.

Portanto, a legalização do aborto é importante para combater a taxa de mortalidade feminina proveniente do aborto clandestino. O governo precisa quebrar o paradigma de dependência feminina incluindo o aborto nas questões de saúde publica e ao mesmo tempo, abranger as campanhas de prevenção sexual. Afinal, as mulheres devem ter consciência de prevenção, assim como o direito de escolher o rumo de suas vidas perante a lei.


OBS: Dissertação de Layanny Rocha.

2 A futura era digital com a ética.


 
A tecnologia digital moderniza o cotidiano e a intelectualidade da maioria da sociedade. Porém, em meio a uma diversidade de conteúdos disseminados, é preciso utilizar a ética ao acesso a internet. A disciplina no uso virtual resulta na absorção de informações educacionais. 

No início do século XXI o estado americano de Virginia aprovou a lei que exige as escolas públicas a incluírem uma disciplina sobre a segurança na internet. O objetivo é afastar os jovens de conteúdos obcenos e impulsionar o interesse aos assuntos didáticos virtuais. Aderindo a essa lei, os demais países iniciarão o erradicamento de crimes cibernéticos e aprimorar a educação. 

É importante salientar também que o acompanhamento dos pais é fundamental para a assegurar a educação virtual dos seus filhos, mostrando as vantagens da internet para a formação cultura do cidadão e destacar o perigo da exposição pessoal nas redes sociais. Outro fator válido é o compartilhamento desta ética desenvolvida a fim de absorver informações importantes na internet, para os jovens desinformados.

Diante disso, fica clara a importância da prioridade da educação na inclusão digital. Uma solução possível contra crimes cibernéticos poderia ser a parceria do governo com professores e pais de alunos. Assim, haveria ética na inclusão e aprofundamento do senso crítico das pessoas. Afinal, a internet deveria ser vista não somente como meio de rápida comunicação, mas também como cultualidade bastante acessível.


PS: Meus leitores e leitoras, ando bastante ausente do blog pelo fato de estar estudando bastante para o vestibular. Porém, sempre que eu tirar uma nota ótima nas redações semanais estarei compartilhando com vocês em postagens. Essa eu tirei 9,5 e o tema foi: "Informação na era digital: Como filtrar o que realmente é importante?". Espero que tenham gostado!

Beijinhos da L. 

4 Dica da L : Aplicativos de estudos para celular!


Fala galera! A dica da L de hoje é de principal interesse para quem vai prestar vestibular esse ano, ou quem já está se preparando para a prova que decide o seu futuro. Como consta no meu perfil, sou vestibulanda de Jornalismo e esse ano estou buscando mais do que tudo, bastante foco nos estudos e venho lendo muitas dicas de como consegui-lo. Uma das dicas que li, é sobre excluir aplicativos de redes sociais do celular, para não atrapalhar a concentração nas aulas e nos momentos de estudos individuais. Pois bem, excluir os tais aplicativos, realmente é uma ótima opção, mas baixar aplicativos de estudos em geral é uma opção melhor ainda não acham? 
Nessa madrugada, estava entediada mexendo no celular e achei aplicativos ótimos para quem é vestibulando. Simulados, questões em geral, dicas sobre ENEM, marcadores de tempo de estudos e até um aplicativo que é possível se divertir e testar os conhecimentos ao mesmo tempo! Então vamos conhece-los:


Maratoon :



O meu preferido!!!!!!! O maratoon é um aplicativo lançado por um dos melhores sites de educação, o Guia do Estudante. É uma corrida, que a medida que você acerta questões em menos tempo, vão desbloqueando as pistas. Você escolhe o seu avatar de acordo com o seu sexo e escolhe uma das áreas de conhecimento: Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática e Português. Escolhido o tema, você pode desafiar seus amigos, para saber qual dos dois anda mais preparado para o vestibular. É claro, podendo jogar sozinho também. 

O aplicativo é grátis e está disponível para Iphone, Ipad e Ipod. Também pode vincular a conta para o facebook. Indico totalmente esse aplicativo, muito legal mesmo! Você aprende brincando ;)


Descubra o ENEM: 


Descubra o ENEM é um treinamento para o exame que traz muitas vantagens e oportunidades atualmente para os vestibulandos. 

O aplicativo já vem com um simulado com 15 questões de cada área, totalizando 60 questões, e um banco de 45 questões para você treinar. Descubra em que disciplinas e tópicos você precisa reforçar os estudos para o Enem! Disponível para Iphone e Ipad.



Gabaritar :




O aplicativo Gabaritar, permite que o estudante organize de fato, os horários de estudo. Nele contém as principais técnicas para manter o foco do vestibulando. 


Agora é deixar de enrolação e partir para o que realmente interessa! O aplicativo está disponível para todos os celulares Android.


+ Questões :




O +Questões é um aplicativo de ótima qualidade. Com questões especificas para o curso escolhido pelo estudante, o mesmo pode exercitar os conhecimentos no ônibus, nos intervalos de trabalho ou escola, no tempo livre em geral. Diariamente, são lançadas questões novas no aplicativo. 


O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e App Store (Iphone). 


Então gente, agora os vestibulandos podem mexer no celular em horários livres das rotinas de estudo, sem serem criticados e terem a consciência tranquila de colocar todo conhecimento em prática! Fiquem ligadinhos no Entre Saltos e Sonhos, que as Dicas da L sobre educação em geral, serão sempre compartilhadas com todos vocês ;) Quero ver sobrancelhas e cabeças raspadas em 2014 ein! Bom inicio de semana para todos.

Beijinhos da L.
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